14 de dezembro de 2015

Parabéns Frente Nacional!



Caros amigos, vem o NOS – Nova Ordem Social, desta forma, congratular-se com os fantásticos resultados obtidos pelo Front National nas eleições regionais em França, alcançando cerca de 7 milhões de votos.

O FN é hoje o primeiro Partido de França e estes resultados anunciam, desde já, os ventos históricos de mudança que estão para acontecer na nossa amada Europa. Hoje em França, amanhã por toda a Europa, - e também obrigatoriamente, por inerência natural, em Portugal.

NOS por cá (re)afirmamos o propósito de nos mantermos na vanguarda da luta pela Civilização Europeia, pela Identidade Europeia, pelos Valores Europeus. Continuamos no processo de recolha de assinaturas para o registo enquanto Partido Político no Tribunal Constitucional, pelo que agradecemos a todos os que a NOS as têm feito chegar, ao mesmo tempo que apelamos ao esforço de todos na continuação dessa recolha.

Oui la France, oui le Portugal, oui la Europe!


29 de julho de 2015

Liberdade Para Mário Machado!




A Nova Ordem Social vem por esta forma mostrar toda a solidariedade e camaradagem, para além de reforçar a confiança política, ao preso Nacionalista Mário Machado, por este estar a ser alvo de um novo processo judicial que foi “fabricado” pelos inimigos do Nacionalismo, com o único objectivo de protelar a liberdade de Machado e obstruir o avanço da Nova Ordem Social. 

Segue-se o comunicado que Mário Machado escreveu na sua página oficial no Facebook (também disponível em https://www.facebook.com/profile.php?id=100004409959292&fref=ts).


A VERDADE REPOSTA!

No passado dia 22 de Julho um manifesto de ódio político travestido de peça jornalista foi escrito no “DN”, por Valentina Marcelino, e foi replicado nos Jornais e estações de Televisão.

Valentina, que já em 2006 escrevera no Jornal “O Expresso” que os Nacionalistas Portugueses estavam a ser financiados pelo Irão, tem demonstrado ter uma agenda política bem clara e definida, ao arrepio do que deveria ser um jornalismo sério, plural e com rigor. Desta forma, não admira que um “artigo de encomenda” como este só pudesse ter origem nesta “jornalista”.

Fazendo valer o direito que me assiste, apresentei queixa-crime por difamação agravada e violação do segredo de Justiça junto da P.G.R. ainda esta semana.

Em relação ao Processo, o que se segue é, sob Compromisso de Honra, a Verdade, mas a Gravidade destas próximas palavras é tal que colocámos na P.G.R. queixa-crime “contra incertos” por: falsidade de depoimento, artº. 359º; Denuncia Caluniosa, artº 365º; Simulação de crime, artº. 366º, e Denegação de Justiça e prevaricação artº. 369º. Ambos do Código Penal (C.P.).

 

Vamos então ao caso.

Em Janeiro de 2014 escrevi uma carta e entreguei-a na visita prisional a João D. dizendo-lhe: ”Vou pensar se isto é para ir para a frente, depois aviso-te mas até lá guarda a carta”.

Cerca de 7 a 8 dias depois, ligo-lhe a dizer: ”Esquece essa carta, já não quero ir para a frente com essas cartas” (cartas com indícios de ameaças e extorsão, alegadamente).

Em Fevereiro, João faz as pazes com Rute A. (hoje sei que, devido a relatos que me chegaram posteriormente, João terá sido correio e revendedor e toxicodependente).

Apesar de nunca mais ter tido qualquer tipo de contacto com esse rapaz, e 2 meses e meio depois de ter dado ordem para destruir a carta, este, conluiado com Rute, entrega-lhe a carta na loja desta com a G.N.R. presente. Como qualquer Jurista sabe, actos preparatórios, artº. 21º. do C.P.,  não são crime; para o serem, seria necessário existir, no mínimo, a tal tentativa.

Tentativa esta forjada, por João, com Rute e com a G.N.R. (curiosamente a mesma brigada que actuou em anteriores processos movidos pelo Ministério Público aos Nacionalistas na pessoa da Procuradora Cândida Vilar).

Isto é gravíssimo e um novo patamar no Ódio Político Organizado por “alguém” que não quer sequer sonhar com a minha liberdade.

Pela primeira vez na minha vida, foram forjadas provas contra mim, e já estão a fazer efeito pois segundo a Juíza do Tribunal das Penas se este processo não existisse teria sido colocado em Liberdade em Outubro de 2014.

Peço a todos os Nacionalistas ajuda para denunciar este caso, pois juro pela minha Honra que estou Inocente, e o que é ainda mais grave do que isso, provas foram plantadas e isto jamais poderá ser silenciado.

A Minha Honra chama-se Fidelidade!!

Alcoentre, 27 de Julho de 2015

Mário Machado




23 de julho de 2015

Ditadura Fiscal e o Mito do Crescimento Económico



Têm surgido, nos últimos meses, indicadores sobre um exponencial aumento dos penhores e execuções por parte das Finanças, tendo sido enviados até Julho do ano passado 2,3 milhões de notificações de penhora. Este número, alcançado nos primeiros sete meses, é já superior às penhoras ordenadas em todo o ano 2013.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos, este aumento está relacionado com as dívidas de portagens, o reforço no combate à fraude e a crise que atinge as famílias, sendo que esta última resulta em penhoras aplicadas a créditos, contas bancárias, vencimentos, automóveis, imóveis e rendas.

De facto, muitas famílias estão numa situação muitíssimo complicada, por falta de capacidade para fazer face a uma mudança de paradigma para a qual não estavam preparadas: uma época de crédito fácil para um sistema fiscal duríssimo imposto pela troika.

Não esquecendo as obrigações que temos com credores, o sistema de ditadura fiscal actualmente em vigor está a estrangular o tecido empresarial e, por consequência, as famílias.
 


Há situações que continuam a ser difíceis de entender para a pessoa comum, como por exemplo a dupla tributação que existe em Portugal sobre os automóveis, situação ilegal e imoral, e caso único na Comunidade Europeia, que prejudica todo um sector, para além de ser mais um factor de endividamento para as famílias.

Uma aposta que nos parece essencial nesta fase seria a atribuição de incentivos às PME’s, nomeadamente às empresas mais frágeis e aos empreendedores que estão no início da sua actividade, que poderiam passar por uma dilatação dos prazos de pagamento das dividas e pela redução substancial das coimas/juros de mora. A isenção parcial de irc e/ou da taxa do empregador para a Segurança Social nos primeiros 2-3 anos de actividade das empresas, em função do seu lucro ou volume de negócios, é outra medida imprescindível para relançar as bases para um crescimento económico sustentado.

Mas há uma outra discussão que devia ser colocada na ordem do dia pelos nossos governantes (e candidatos a governantes), e que infelizmente parece, pelo menos para estes senhores, não existir. Referimo-nos às taxas liberatórias sobre os rendimentos de capital, ou seja, quem está nos escalões superiores e não faz englobamento, pagando apenas 25% ou 28%, situação tremendamente injusta para o comum dos contribuintes que beneficia apenas quem mais tem, visto que o dinheiro disponivel para entregar ao Estado em impostos por parte dos mais ricos é sempre aquele que eles estiverem dispostos a entregar. Por outro lado, com a livre circulação de capitais, estes fogem do país. Enquanto este problema não for seriamente atacado de frente, não se conseguirá corrigir as desigualdades.

18 de julho de 2015

NOS apelamos ao contributo de todos para esta Causa Maior!

Caros amigos,

está em curso uma petição para a realização de um referendo sobre o AO90, comummente conhecido como Acordo Ortográfico.

Sendo este um atentado atroz à nossa identidade cultural, não podemos (nem devemos) ficar indiferentes, e a nossa participação como cidadãos livres é essencial. São necessárias 75000 assinaturas para que os "representantes do povo" sejam forçados a implementar este referendo: pois bem, vamos forçá-los a isso!

É muito simples, basta irem a https://referendoao90.wordpress.com/documentos-para-recolha-de-assinaturas/ e descarregarem o documento respectivo (têm de imprimir frente e verso), e depois poderão enviá-lo por correio, ou digitalizá-lo, para os endereços indicados. Acreditamos que a maioria dos portugueses estão naturalmente propensos a assinar este documento pelo que, a inacção neste caso não tem qualquer razão de ser: vamos recolher assinaturas para esta Causa Maior, e contribuir activamente pela defesa da nossa Identidade como Povo!


22 de junho de 2015

NOS e o espaço político nacional



Caros amigos NOS, um ano após o anúncio da intenção de criar um novo Partido Político em Portugal, que possa ser o representante dos ideais Nacionalistas, Identitários e Patriotas, vimos por esta forma deixar um conjunto de ideias e reflexões que possam servir para debate junto de todos vós, no que concerne à maneira como nos devemos posicionar no actual espectro Político-Partidário Português.

Julgamos não andar muito longe da realidade - e simplificando um pouco a análise - se considerarmos que existem hoje em Portugal os 3 blocos típicos de Partidos Políticos: os Partidos de esquerda, do centro e de direita. Assim, é possível identificar um primeiro bloco de Partidos que se situam no que se pode designar como Esquerda e Extrema-Esquerda em Portugal, e que no seu total valem cerca de 20% do total do eleitorado: PCP, PEV, BE, Livre, MAS, PAN, PCTP/MRPP, POUS, PH, PTP. Ao Centro, no chamado arco da Governação, podemos identificar mais um conjunto de Partidos, que ocupam o largo espaço (que mais não é que um largo vazio de ideias) que vai do Centro-Esquerda ao Centro-Direita e que valem uns bons 75% do eleitorado: PS, PSD, CDS, MPT, PDR e os novéis Partido Unido dos Reformados e Pensionistas e Nós Cidadãos. Por fim, no que se pode designar como Direita e Extrema-Direita, temos mais meia-dúzia de Partidos que no seu todo podem chegar a valer 5% do eleitorado: PPM, PND, PNR, PPV, PDA e MSL. Em suma, podemos caracterizar o actual quadro Partidário Português de uma forma simples:
- 3 Partidos que querem Governar Portugal para assim poderem continuar a governar as próprias clientelas Partidárias (PS, PSD e CDS);
- 5 ou 6 Partidos de índole meramente monotemática que apenas existem no âmbito do tema que os fundou (PEV, PAN, Partido dos Reformados, PPM, PPV, PDA );
- Todos os restantes, única e exclusivamente Partidos de protesto e nada mais.

Colocados perante este quadro Político-Partidário, e não nos revendo em qualquer dos posicionamentos atrás descritos, nem querendo representar posições monotemáticas nem posições de simples protesto, NOS consideramos que existe uma lacuna por preencher, lacuna essa que é a da única e verdadeira Alternativa possível ao actual estado a que o País chegou com o quadro Partidário referenciado. Após longa reflexão sobre o panorama Político Português, um conjunto de Cidadãos decidiu, há um ano atrás, avançar para a criação de um novo Partido Político, o NOS - Nova Ordem Social, por entenderem que tudo o que existe ainda, por um lado, não é capaz de representar a forma como o País deve ser governado, e por outro lado, por considerarem não existir ninguém que possa criar condições para a melhoria do bem-estar comum de todos os Portugueses. Chegados aqui, é com muito orgulho que constatamos que conseguimos uma presença junto de vós através dos nossos Núcleos, que cobre grande parte do território Nacional; que temos milhares de pessoas que nos acompanham nas redes sociais que nos mandam centenas de mensagens com dúvidas e pedidos de esclarecimento; opiniões, sugestões, criticas, para além de que as assinaturas para a constituição do Partido continuam a chegar a bom ritmo ao nosso Apartado. Para todos os que nos têm apoiado ao longo deste ano, o nosso Muito Obrigado.

Não deixaremos de continuar a apresentar as nossas propostas - e a construir o nosso programa - como objectivos para a nossa realização, como sejam o saneamento das finanças públicas e a redução da dívida pública, o papel do Estado como agente orientador, regulador e penalizador/premiador da actividade económica, a prioridade na Educação e na Cultura, a aposta no Mar Português, a revolução na Ecologia, a valorização da meritocracia em todos os estratos da sociedade, e a valorização da comunidade nacional em contraponto à luta de classes e de grupos de interesse.

NOS não nos assumimos nem à direita nem à esquerda: conceitos meramente teóricos que perderam muito do seu significado nos tempos actuais, e que são pecaminosamente redutores, não permitindo discernir o posicionamento de uma força política face às mais diversas temáticas que de facto afectam as pessoas no seu dia-a-dia. O nosso símbolo é a expressão visual desse grito de mudança: o sentido direccional em frente – na vanguarda dos demais,  ou se preferirem, para o extremo-centro-alto. Ainda assim, caso seja rigorosamente necessário situarmo-nos em termos parlamentares, assumimos que nos encontramos a meio caminho entre a extrema-direita e a extrema-esquerda, por detrás do Presidente e de costas para a Assembleia da República.